9ºB


Alunos do 9º B,

Estou contando com os textos de vocês para deixar o blog mais legal e interessante.

Vamos lá! Inspirem-se! Escrevam!





Começaram a aparecer as crônicas!

A seguir algumas contribuições de nossos alunos. Curtam a leitura e deixem um comentário!



Vivo Aqui

Natália Santos Venério
Turma: 9º B

O lugar onde vivo está em constante mudança. Por todos os lados você vê prédios e casas em construção.
Cada dia que passa, mais uma casa está de pé, cada dia de inverno que passa, mais eu penso em onde eu vivo.
Cada dia de verão que se aproxima, mais pessoas lotam a praia. As areias a beira-mar mais escuras irão ficar.
Se cada pessoa que for se banhar em nosso mar largar uma embalagem plástica, a poluição aumentará e o lugar onde vivo, cada vez mais, uma selva de pedra irá se tornar.
           É o lugar onde nasci, mas não pretendo continuar a minha morada aqui.





Diferente

Larissa Schmitt
Turma: 9° B

Desde que me entendo por gente, eu vou à praia no Réveillon. Todos, sem exceção. Mas, toda vez que bate meia-noite, a sensação é diferente.
Um ano, em especial, resolvi observar as pessoas a minha volta. A maioria trajava branco, claro. Mas, cada uma era diferente, com seu jeito, sua aparência, seu eu. Todas esperavam e tinham algo em comum, elas exalavam esperança. Esperança de um ano melhor, de serem melhores. 
Quando os fogos explodiram no céu, as mesmas pessoas fecharam os olhos e ao abri-los, sorriram e gritaram: feliz ano-novo! Nesse grito, todos selaram suas promessas de um ano novo.
           Naquele ano, em Capão da Canoa, o ano-novo me pareceu diferente.





Um cidadão londrino

Lucas Rodenbusch da Costa
TURMA; 9º B

Os primeiros raios de sol osculavam as ainda frias calçadas de uma grande cidade do litoral norte gaúcho. Desde o começo da semana as manhãs haviam sido úmidas e uma névoa, por única companhia, me acompanhava todos os dias pelo mesmo caminho rumo a parada de onde partia pontualmente minha condução às 7:15 a.m.
De cabeça baixa, tentando proteger o pescoço do frio para evitar minhas recorrentes dores de garganta, já eram 7:08 a.m. e num relance, depois de uma tossida, percebi vindo em direção contrária a minha, uma silhueta, ainda sem muitas formas. À medida que se aproximava definia-se como uma pessoa, e ainda mais perto, estava de bicicleta. Passando por mim, o cidadão me cumprimentou. Prontamente retribuí com um bom-dia. Já estava atrás de mim e grita:
- Chega tá parecendo Londres!
E por fula o gritei de volta:
- E tu já foi a Londres?





O lugar onde vivo
Maria Clara
Turma: 9º B


No lugar onde vivo acontecem várias coisas interessantes, mas uma, eu nunca esqueço.
Certo dia, combinei de sair com meu amigo para entregar currículo, pedi para ele esperar no sacolão Maquiné às 14h30min. quando cheguei ele estava lá, mas no meio do caminho, quando eu estava indo, parou um carro do meu lado e eu comecei a caminhar rápido, pois o cara olhava e mandava eu entrar dentro do carro. Quando vi já estava perto do sacolão, e o que eu fiz? Isso mesmo, dei um grito para o meu amigo que estava a quase um metro longe de mim. Isso foi bom, porque o cara acelerou o carro e foi embora, só que eu passei uma baita vergonha e fiz meu amigo passar mais vergonha ainda.  Depois de entregarmos os currículos, ele me levou até o 24 horas e foi embora.

Dei sorte que o meu amigo saiu comigo porque senão ia fazer outra pessoa passar vergonha.




Dia a dia de magrela

Áthales Hamã Gonçalves da Silveira
Turma: 9º B

Hoje caminhei até Atlântida, mas caminhar é o que eu menos gosto, prefiro andar de magrela e acompanhar o movimento da minha city.
Eu ando de magrela por tudo. Rainha do Mar foi o pico mais distante que eu já fui. Minha magrela é mais ou menos boa, mas é do jeito que eu gosto.
           Eu prefiro andar de magrela porque eu gosto de dar grau, kkkk, ou seja, andar em uma roda, esse gosto que eu tenho é por eu querer ter uma moto, mas como eu não posso dirigir ainda, ando de magrela.   




Onde vivo

Caroline Machado
9º B

O lugar onde eu vivo é ótimo porque tem bastante gente no verão e tudo fica calmo no inverno.
É um lugar onde se pode encontrar bons amigos e bons lugares para ir no verão. Ruim é que no inverno não tem nada para se fazer, raramente alguns pais levam suas crianças para brincar nas pracinhas nos dias mais ensolarados.
Minha cidade está mudando muito, para melhor. Eles modificaram a beira da praia, botaram praças novas para as crianças e iluminaram tudo muito bem. Porém, o lado ruim, é que tem muitos prédios e construções, o que nos faz perder um pouco a natureza.
Então, posso dizer que o lugar onde eu vivo, como todos os outros, tem seu lado bom e ruim.



Capão da Canoa

Luiz Victor Hoffmann Likoski
9º B

O que falar de Capão da Canoa? Bom, uma cidade linda durante o verão, mas um pouco triste durante o inverno, um pouco abandonada pelos políticos que apenas sabem pedir votos em época de eleições. Fazer isso é fácil, quero ver saber investir em saúde e entre outros aspectos que a cidade necessita.
Capão é um lugar que, mesmo assim, me sinto bem e ficaria em dúvida se fosse morar em outra cidade. Meu futuro certamente será aqui e se por acaso não for, tenho certeza que desta cidade eu não esquecerei.
Tu és bela, amada Capão da Canoa, és admirada pelos turistas no verão, porém abandonada no inverno. Um lugar que está perto do ideal para se viver. A tranquilidade as vezes predomina. Temos praia, lagoa e uma coisa que em outras cidades quase não se vê, o companheirismo. Somos todos amigos, companheiros e parentes, sempre querendo saber o que acontece por aí, não estamos seguros na cidade.
         Assassinatos acontecem, mas é com o medo que a gente aprende a conviver com esses fatos, sempre há aquele vizinho fofoqueiro. Notícia corre de um lado para o outro sem ao menos sabermos se é mesmo verdade.
Capão da Canoa um município acolhedor, no verão temos turistas e no inverno novos moradores. É uma cidade que de dia é agitada e de noite mais ou menos tranquila, só de vez em quando acontece algum assassinato.
        Os moradores ficam assustados e agitados quando isso acontece. Escolas cheias, mas poucos alunos dedicados. É o que falta para se tornar uma cidade exemplo educacional. A segurança está meio ruim, mas mesmo assim não nos abalamos.
E essa é Capão da Canoa, uma cidade incrível na minha opinião.



Morar em Capão

Micael Andrades Ilibio.
Turma: 9º B


Eu sempre morei em Capão da Canoa, eu só não nasci em Capão, eu nasci em Porto Alegre.
Depois que eu nasci, vim para Capão. Minha mãe zela um prédio na Rua Guaraci 2509, centro. Eu sempre gostei de Capão é uma cidade muito boa.
Eu conheço bem Capão da Canoa. É boa demais.
O que chama mais atenção em Capão são as construções e o chafariz.  Arrumaram a praça do Mini Golf e também asfaltaram as ruas do entorno de meu apartamento. Achei que ficou muito bom.

Capão está muito boa. Eu gosto muito de Capão, tirando os assaltos e a corrupção está tudo muito bom.
   




A TELHA

                                                                                       Vitor S. Becher  
Turma: 9º B   

Saí de casa hoje para ir pagar uma conta. No caminho para a lotérica avistei uma telha com a ponta virada para cima e logo imaginei alguém tropeçando e caindo.
Em seguida, cheguei na lotérica, paguei a conta e vim embora. Estava quase chegando até a telha quando consegui avistá-la, me concentrei em não tropeçar, não tropecei, mas outra coisa aconteceu, duas motos pararam do meu lado, desceram e levaram tudo que eu tinha, cheguei em casa sem dinheiro e nem celular.
Ainda bem que, pelo menos, voltei com a conta paga.






Certo lugar a oeste

Lucas Rodenbusch da Costa
9° B

O esplendor de cada aurora é visto no sol nascente que pinta com tons de vermelho o céu, que lá no horizonte junto do mar, não se sabe dizer onde termina um e começa o outro.
A maresia, graxa do mar sobre a terra, parece que enferruja até a gente, mas há algo que ela não consegue corroer, a natureza, que está num quero- -quero atento, nas areias da praia que se moldam todos os dias de maneira diferente, numa coruja enfezada a até no capim rasteiro que dá forma para as dunas, eterno ciclo de vida, e é sobre esse que foi e é sustentada a tradição açoriana.
Vivendo em dois mundos, entre o dia e a noite, o inverno e o verão, são as alegrias trazidas pelo tempo quente que fazem contraponto com as dores que agonizam no fio afiado do vento. Esse mesmo vento que entorta os eucaliptos, também varre devagar a multidão, pois traz e carrega consigo o frio. Logo tudo se acalma, então um mundo mais quieto se desdobra e moram nele aqueles que com cerne de aço se enraizaram nesse chão.

A vida assim segue seu rumo, com suas manias, seus fatos, suas verdades que parecem me mostrar àquilo que alguma vez ouvi: o que foi será e o que se fez se tornará a fazer, nada há de novo debaixo do sol.





O Melhor lugar para se viver

Livia Machado da Silva                                                
Turma: 9ºB


Manhã fria, tarde quente, noites com o vento sereno, com um céu impressionante e estrelas brilhantes. É tão bom sentir a brisa que vem tocando suavemente a pele. O amanhecer é maravilhoso, as cores quentes do nascer do sol me fazem acordar no aconchego de uma cidade farta de alegria e também com a esperança de uma cidade melhor no olhar dos moradores.
Muitas pessoas honradas aqui vivem, mas também pessoas que se aproveitam da honestidade dos outros. Enfim, todo lugar é formado por coisas boas e ruins, mas a paz é o foco dos moradores que fazem esse lugar cada vez melhor.
Esse é o lugar onde eu vivo, deslumbrante para alguns e não muita coisa para os outros. Este lugar é Capão da Canoa, onde eu tenho o maior orgulho em viver.




Um dia qualquer

Ana Caroline
9B

Na infância o que eu mais gostava de fazer era chamar alguns amigos e brincar na chuva, correr ao redor da casa, pega-pega, entre várias outras brincadeiras.
Em um dia qualquer chamei alguns amigos para dar uma volta de bicicleta na quadra, mas dos três amigos que convidei, apenas um pode. Então saímos nós duas a procura do que fazer.
Logo em seguida começou uma forte chuva, meus pais preocupados, me chamaram para dentro, chamei minha amiga e convidei-a para entrar e brincar de casinha, pegamos alguns lençóis velhos e estendemos sobre as cadeiras, formando uma pequena cabana, já estava muito bom, pois éramos só de duas, naquele pequeno espaço Renderia uma boa brincadeira.
Começamos a brincar e não vimos a hora passar, e quando estava ficando ainda melhor, chegou a mãe da minha amiga para levá-la para casa. Ficamos um pouco tristes, mas marcamos para, em um outro dia, brincarmos mais, pois não sabíamos que num dia de chuva iríamos descobrir uma brincadeira tão legal.





Os relacionamentos no lugar onde vivo.

Bianca
9º B

Todo dia eu fico me perguntando quando esse preconceito irá acabar. Vejo vários casais gays andando na rua, as pessoas olham com uma cara de nojo, ficam falando pelos cantos que casal homossexual não deveria existir, que “isso” não é normal. Realmente eu não vejo problema algum com pessoas homossexuais, queria que algum dia todo esse nojo, esse preconceito acabasse e todas as pessoas começassem a ver que “isso” é normal sim! Pois é amor.
O amor não existe só entre um homem e uma mulher, mas entre homens e entre mulheres, pessoa com animal de estimação...
Se todos começassem a olhar o jeito que cada casal homossexual se relaciona, iriam ver que cada um trata o outro (a) da mesma forma que um casal hétero. Enxergar o mundo de outra forma não é difícil.
Toda forma de amor é válida!!




O CAMPO

Larissa
9º B

Uma tarde, desse ano, estava saindo para ir à padaria perto de minha casa e vi umas crianças no “campinho”. Ignorei, fui a padaria, comprei o pão e passei no mesmo campo. As crianças ainda estavam lá. E brincavam com bolas e tacos. Parei na esquina e observei aquele grupo de crianças de no máximo dez anos, elas corriam e riam, felizes.
No momento em que parei para observar a inocência alheia, tentei lembrar-me da última vez que brincava daquela forma. Não consegui lembrar com exatidão de quando deixei as coisas simples para entrar no mundo tecnológico. Naquele pouco tempo, lembrei-me de quanto eu fizera as mesmas brincadeiras, rira e me divertira na infância até agora em que o mundo virtual me parece mais interessante que o mundo real.
Então, uma criança parada na esquina com o pão em uma das mãos e de fones de ouvido, olhou para mim e sorriu. Não entendi o porquê, mas acenei e sorri de volta.
Então voltei para a realidade, voltei para casa pensando em quanto eu sentia falta de ser criança.





Minha Infância

Livia Machado da Silva
Turma: 9ºB

Tudo começou quando da construção do prédio que minha mãe zela até hoje. Ela e o meu pai se conheceram quando minha mãe estava se mudando para o prédio. Eles começaram a ficar por um bom tempo e depois começaram a namorar. Ficaram uns sete anos namorando, se casaram e depois minha mãe me teve.
Quando eu tinha sete anos, eles brigavam muito, meu pai agredia minha mãe verbalmente e fisicamente e a traia muito também. Depois de muita coisa que minha mãe passou, eles se separaram.
Minha infância foi repleta de coisas boas e lembranças ruins. O tempo foi passando e eu fui crescendo sem me preocupar com nada, apenas brincar, andar a cavalo e com o bem-estar da minha mãe.
Agora, já na adolescência, passo por várias coisas, mas continuo de cabeça erguida. Minha mãe agora está bem melhor. Meu pai e eu conversamos, às vezes, mas não somos muito próximos.
Mas é isso, minha infância foi um pouco ruim, mas agora está bem melhor. 




Só bagulho louco

Artur M. Ribeiro
Turma: 9º B


O lugar onde eu vivo tem tiro, tem tráfico de droga e muitas outras coisas. É droga aqui é droga ali. É rapaz, o bagulho é doido mesmo, mas Capão não é só isso, também tem roubo, furto e o resto tudo. Policiais que humilham ladrões, mas também tem os bagulhos tri de capão, a praia, as casas, os prédios. Também tem o Star Night que é bem legal. No verão que é mais tri, calorzão, mulher bonita e veranistas que pagam picolé paras criança. Também tem o chuveirinho da praia, bem legal, dá para tomar banho nele depois da praia. É só isso.




Cidade Agitada

Luiz Victor Hoffmann Likoski
Turma: 9º B

Um município pequeno, porém, agitado e cheio de acontecimentos, essa é Capão da Canoa.
Os últimos acontecimentos vêm denegrindo a imagem da cidade. Prisões por tráfico de drogas, assassinatos que acontecem quando uma quadrilha pretende dominar uma certa área da cidade e se conseguir eliminar todos os membros da quadrilha rival então começa a comercializar drogas na área dominada, esse é um dos vários acontecimentos que ocorrem.
A segurança faz seu dever que é proteger as pessoas de bem, mas com a falta de recursos do governo, poucos policiais aprovados nos concursos são chamados. O estado está em crise financeira e isso também está prejudicando os policiais que tem o seu salário parcelado.
O efetivo das forças militares do Rio Grande do Sul diminuiu e assim os traficantes apoderaram-se deste momento para realizarem assaltos, assassinatos, entre outras coisas bem piores. |
Algumas vezes quando vou sair de casa, me sinto inseguro. Decido se vou levar o celular ou não, porque pode ser que eu não volte com ele.
Somos de uma cidade tranquila, porém acontecimentos marcantes acontecem, fatos bons e ruins, coisas que podem denegrir a imagem da cidade e coisas que podem dar uma boa visão a cidade.
Agitados todos nós somos, mas nós mesmos temos que criar uma certa tranquilidade ao nosso ambiente.




A família
Débora
9º B

A minha família é muito unida, estamos juntos nas horas boas e ruins. Domingo fomos ao cinema assistir a um filme e enquanto não chegava a hora fomos para uma praça pertinho do cinema onde o meu primo João estava num duelo no Pokemon Go com um menino que também estava na mesma praça.
Meu primo ganhou o duelo. Meu pai chamou o menino quando estava passando por nós para falar que o meu primo tinha ganhado dele e era para ele fazer um duelo de verdade e todos começamos a rir.




Adolescente

João Vitor
9º B
Onde eu vivo está repleto de jovens, altos e baixos, morenos e loiros, brancos e negros, funkeiros e rockeiros, e até aqueles que curtem mais sertanejo do que qualquer tipo de música. Tem os skatistas e os patinadores, os nerds e os que só querem curtir.
Também tem aqueles que só atrapalham, não estão nem ai para o mundo e nem para ninguém. Isso estraga a paz da sociedade, quebrando coisas e mais coisas. Mas, tem aqueles que ajudam com a paz, seguem as leis, querem mudar o mundo.
Uma vez conheci um cara que tinha um sonho, o sonho de mudar o mundo, de mudar tudo possível, de deixar tudo em paz, mas com o tempo ele acabou mudando, ai eu me pergunto: cadê a coragem que tínhamos a uns anos atrás?




Natureza de Capão da Canoa

Laura Carlos Model
Turma: 9B

Todo dia saio para caminhar. Gosto de observar as coisas e observo bastante a natureza. No calçadão que é o local onde caminho, a natureza não nos traz muitas árvores, pois é na beira da praia, mas no final do calçadão, tem uma praça que é repleta de árvores e vários tipos de plantas. Observo que lá sempre tem famílias relaxando nas sombras das árvores, casais de velhinhos tomando chimarrão ou até jovens namorando.
Há dias que vou para o centro para poder resolver algumas coisas e reparo que lá, a natureza foi trocada pelos prédios e pavilhões de comércio, onde se vê pessoas agitadas e estressadas do longo dia cansativo.
 Tem dias que não são bons também e prefiro passar por lugares mais calmos para não precisar observar aquelas pessoas que estão se estressando com o trabalho ou agitadas por, muitas vezes, não terem tempo.
Capão é um lugar bom para se viver, calmo, com suas agitações, tem seus altos e baixos, mas qual cidade não é assim?

 
                                                 



A Adolescência no Capão

Maria Eduarda da Costa
Turma: 9º B

A adolescência onde moro tem seus prós e contras. No inverno dependemos das nossas amizades para nos divertir, mas no verão temos muitos lugares para ir com os amigos é claro.
Tem cinema, praia, festas, várias lanchonetes legais e o centro, que é um ótimo lugar para rir e conversar com os amigos.
Diria então que Capão é um ótimo lugar para se passar a adolescência, principalmente no verão.

           



Relacionamentos amorosos

Mariana
9º B

Uma vez namorei um cara, muito legal aliás! Ele era atencioso e muito amoroso, tinha um sorriso lindo, maravilhoso, encantador. Ele era bem branquinho, os olhos puxados, cabelo negro e magrinho. Ele me fazia rir sempre. Quando eu estava triste ele me contava umas piadas idiotas e eu ria dele por achar graça disso.
Gostava do jeito que ele me olhava, e do jeito que ele segurava minha mão. Ele era meio tímido. Era engraçado de vê-lo todo ressabiado ao meu lado. O perfume dele era tão bom.
Cada palavra que ele me dizia era linda, até as nossas apostas malucas sobre futebol me agradavam e as nossas brigas? Ah! Nossas brigas... não pense que eram brigas de verdade e sim aquelas de brincadeira. Uma vez brigamos pela escolha do presente que iríamos dar um ao outro no dia dos namorados, eu queria dar um presente, mas ele disse que não era para gastar comprando algo a ele.
Ah! Que saudade, mas acabou, infelizmente... mas valeu a pena, posso dizer que em Capão da Canoa vivi uma linda história de amor.




Família

Micael Andrades Ilíbio
9º B

Na minha casa tem uma família muito boa meu vô é tri gente boa. Minha   vó também, meus pais são gente boa.
Um dia nós fomos jantar fora, meus avós, meus pais e eu. Fomos numa pizzaria, isso era em Tramandaí. Depois fomos passear por lá e tirar umas fotos. Estava muito bom. Depois voltamos para casa, Meu vô tinha um Fusca eu meu pai um Cross fox . Aproveitamos bastante aquele sábado.
No domingo convidamos o meu avô e minha avó para nos reunimos e jogar um Canastrão. Tomamos uns vinhos e a noite tomamos uma Sopa que a minha mãe e a minha vó prepararam. Estava muito boa. Também comemos pinhão. A Sopa foi feita numa panela de ferro.
Estava tão bom que os meus avós, que eram de Caxias do Sul, voltaram só na segunda pra sua casa.





Capão

Natália Santos Venério
Turma: 9ºB

            Capão da Canoa quando foi emancipada era um lugar com a natureza pura e intocada. No entanto, não tinham tantos prédios e casas, as pessoas não se preocupavam com assaltos e furtos, pois todos os moradores se conheciam.
        Após a passagem do tempo, Capão da Canoa passou a ser considerada grande. Com tantas pessoas que se mudaram para cá, a qualidade de vida aumentou, mas com este avanço a cidade passou a ter mais violência de modo geral. Com isto a natureza começou a ser destruída, não é mais como era antes.
            Para mim Capão da Canoa está virada numa selva de pedras.





A infância em Capão

Paola Oliveira
Turma: 9º B

O lugar onde vivo tem mais adultos do que crianças.  As crianças em um número considerável.
É muito difícil ver crianças nas praças nas estações que não o verão, provavelmente porque o clima não é bom, raramente, em alguns domingos de inverno, as pessoas saem para tomar chimarrão na praça.
No verão fica mais fácil porque o clima é mais agradável, vem crianças de outras cidades, por conta disso, as crianças daqui podem brincar mais.
Então, eu acho que aqui é um bom lugar para crescer, sempre fazendo amigos novos.




O CAMINHO

Vitor S. Becher
Turma: 9B
        
Vivo na cidade chamada Capão da Canoa. Não é uma cidade muito calma. Mais cedo, estava saindo de casa para ir à escola, já estava na estrada, quando um tiroteio começou. Logo que ouvi os tiros sai correndo. Quando achei que tinha acabado, os tiros começaram novamente. Depois saí correndo mais uma vez. Uma pessoa veio correndo em minha direção, estava logo atrás de mim, olhei para ver quem era, ele estava sangrando, tinha levado um tiro, provavelmente um inocente se arriscando pelas ruas como eu.
 Depois desse homem ter passado por mim sangrando, a polícia chegou ao local do tiroteio, ainda bem, pois assim pude ir com um pouco mais de segurança pelo caminho da escola.



                                                                      
                                                                      
   
Saudade

Vitória Lemos Machado
Turma: 9ºB


       Nasci e fui criada em uma cidadezinha litorânea, Capão da Canoa, mais precisamente no bairro Santa Luzia. Moro perto de meus primos e então fomos criados juntos.
            Eu me lembro daquela época com muito carinho, foi a época em que a minha única preocupação era boneca, brincar, ou se ia brincar de boneca, aonde ia me esconder, se a garrafa era ou não envenenada, ou se ia ser a polícia ou o ladrão.
            Passávamos o ano inteiro esperando o verão chegar, para ficar até tarde na rua brincando com os outros vizinhos, tomar banho de mangueira ou se balançar na rede e às vezes comprávamos um monte de besteiras e comíamos sentados na grama.
          E aquelas coisinhas que não faziam muita diferença, pois eram cotidianas, hoje fazem uma falta danada. Crescer e ter responsabilidade é um saco, mas fico feliz pois a infância no lugar onde vivo foi o máximo.







Apenas mais um

Brayan Miguel
Turma:9B


Onde vivo há muitas pessoas boas e também pessoas más, há traficantes, há policiais, há trabalhadores e também há estudantes. Bom eu me encaixo como estudante do (I.E. Riachuelo) que se localiza na RS-407, no município de Capão Da Canoa.
Antes de falar do lugar onde vivo vou falar um pouco sobre mim. Meu nome é Brayan tenho 15 anos, sou tímido para algumas situações e também envergonhado, afinal quem não fica tímido com algumas situações constrangedoras ou tem vergonha de si mesmo.
Agora vou falar de onde vivo, na minha casa moram meus pais meus três irmãos mais novos e meus dois irmãos mais velhos. Dentre todos esses irmãos eu tenho uma irmã deficiente auditiva.
Minha irmã tem 23 anos ficou surda após negligência medica em Porto Alegre aos dois anos de vida. Recentemente minha irmã se separou do marido, eu não sei dizer se é porque ela é surda e talvez não tenha uma visão do mundo como nós ouvintes temos, mas o clima na minha casa está cada vez pior, pois minha irmã está sofrendo de depressão e está todo dia brigando com todos em casa. Ela já trocou o dia pela noite. Hoje mesmo não pude dormir de madrugada, pois ela estava brigando muito e a briga é sempre por motivos banais.
Desculpa se acabei passando muito o ponto da minha própria privacidade, mas este é um pouquinho de nada do lugar onde vivo. Eu moro na Cidade de Capão Da Canoa, litoral Norte do Rio Grande do Sul acabei de contar minha história e sei que nesse grande e imenso globo terrestre sou apenas mais um.




O Verão

Sarah Bonfim

          Aqui onde vivo, a praia, nem sempre foi um lugar limpo e ainda é assim, infelizmente.
        Desde pequena, nunca fui fã de praia, mas ia mesmo assim. Eram raras as vezes em que o mar estava azul e calmo e isso me deixava desanimada.
        Com o passar dos anos, enquanto crescia, passei a não gostar da praia ainda mais, pois comecei a notar o tamanho desse mundo, as diferenças de culturas, passei a conhecer outras praias, por filmes, pessoalmente, fotos e etc... E aí eu percebi como a minha praia é descuidada.
       Sinceramente, os veranistas que vêm para cá me irritam, pois, a maioria acham que são os donos da minha cidade. Tem uns que não tem respeito, além de sujar nossas praias, eu sei que os caponenses também sujam, mas nós moramos aqui, e pagamos pelo que fizemos, já os veranistas não, bagunçam e vão embora.
       No verão o centro enche, fica simplesmente insuportável de andar pelas ruas, e o calor não ajuda nem um pouco, minha única opção é um sorvete, mas as filas das sorveterias são piores do que as filas do SUS.
      Prefiro ficar em casa, tomando um picolé dentro da piscina... Pena que eu não tenho uma piscina.
             
                                                                                                        

 

Serei delegada e tenho orgulho 



Maria Clara 
Turma: 9º B


Me perguntam o que quero ser profissionalmente, primeiramente não vejo a hora de chegar meus 18 anos para poder fazer meu concurso da Brigada Militar e Civil logo, se conseguir passar, começarei a trabalhar e mais adiante quero começar a cursar a faculdade de Direito. Sim quero ser delegada e sim, me orgulho muito disso. Logo terei que estudar muito, ler muito e tirar a maior parte do meu tempo para a minha carreira que tanto espero realizar.
Às vezes me perguntam se eu não tenho medo. Medo? Eu? Por que teria? Ser delegada é uma coisa tão normal quanto ser um professor, médico, veterinário, etc. Ser delegada, além de ter que arcar com algumas consequências, como passar noites em claro, é acima de tudo um grande privilégio de saber que pessoas estão a confiar no seu trabalho. Oque muitos não sabem é que ser delegada não é brincadeira, pois lida-se com pessoas, seres humanos, e a maior parte das vezes, voltar toda concentração para aquela pessoa, pois ser delegada é algo que nunca foi e nunca será fácil.
No começo minha própria mãe não gostou muito da ideia, pois tinha medo, insegurança, quem sabe! Mas aquilo que ela sempre dizia: "Isso não vai dar certo, ser delegada é um grande risco", só me fez acreditar que eu podia e iria conseguir realizar o meu sonho. Só me fez ter mais força para continuar e lutar por aquilo que eu sempre quis e ainda quero.
Muitas pessoas podem continuar me falando as mesmas coisas que minha mãe dizia, mas saibam que isso vai apenas me dar mais força de vontade para continuar lutando pelo meu sonho.
Sim, vou ser delegada e me orgulho muito disso, pois é um sonho que não vejo a hora de tornar realidade.









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